Mostrando postagens com marcador Cabral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cabral. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de maio de 2010

CONTRA A COVARDIA!

CABRAL QUER DEMOLIR O IASERJ!
O Governador Sergio Cabral, que montou a farsa da defesa do dinheiro do petróleo para o Rio, abandona e fecha hospitais. Há cerca de 2 anos fechou o São Sebastião, no Caju, que tratava de doenças infectocontagiosas. Agora quer demolir o IASERJ (Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro), deixando sem assistência 460 mil servidores e seus dependentes, totalizando mais de 1 milhão de pessoas, além de mais de 12 mil usuários do SUS, incluindo os moradores das comunidades locais e de todo o Estado que também sofrerão os efeitos dessa covardia. O governo estadual em parceria com o federal gastará mais de 300 milhões para demolir o IASERJ e seus ambulatórios periféricos. Por que não investir esse dinheiro na sua recuperação e ampliação do atendimento à população? Afinal, essa foi sua promessa de campanha!

No momento em que a população sofre com a falta de atendimento à saúde, Cabral gasta dinheiro público para destruir um hospital.

Os servidores que mantêm o IASERJ com o desconto de 2% dos salários não sabem onde essa verba é aplicada, inclusive os 10 milhões de reais doados pela ALERJ em 2007, para recuperar o Hospital Central. Ainda assim, o hospital oferece um atendimento de qualidade aos usuários que dependem unicamente do serviço público. Cabral prometeu valorizar os serviços públicos, porém sua prática tem sido a de desmontar a saúde, fechando hospitais e serviços, mantendo os servidores com baixos salários e em más condições de trabalho. Assim, favorece empresas privadas que vão gerenciar os serviços e usufruir o nosso dinheiro.



Não se cale! Defenda a saúde pública, pois é nosso direito e DEVER do Estado, consagrado na Constituição!







NÃO À DEMOLIÇÃO DO IASERJ!



NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE!



EXIGIMOS SAÚDE PÚBLICA DE QUALIDADE!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sérgio Cabral se desentende com bombeiros durante evento contra a dengue

Rio de Janeiro - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, desentendeu-se hoje (23) com uma plateia de 1.200 bombeiros no Ginásio do Maracanãzinho, durante lançamento da campanha Cultura Antidengue e da apresentação dos militares que vão atuar como agentes contra focos de mosquito em seus horários de folga. Em dois momentos, os bombeiros discordaram, em coro, do discurso de Cabral.

 Na primeira ocasião, Cabral disse que os bombeiros recebem uma gratificação de R$ 700 pelo trabalho contra a dengue. Em coro, os bombeiros responderam “não” e passaram a se manifestar cada vez que o governador repetia o valor, que é repassado ao estado pelo Ministério da Saúde.

 Segundo a Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil do Rio, o valor pago é de R$ 566. Apenas somando-se os R$120 de auxílio-alimentação é que o valor se aproxima de R$ 700, chegando a R$ 686.

Em resposta à reação dos bombeiros, Cabral disse que aqueles que quisessem poderiam desistir do trabalho antidengue, porque havia dois mil bombeiros esperando pela oportunidade.

 Em outro momento, quando Cabral voltou a falar de gratificações no Corpo de Bombeiros, a plateia se manifestou contra o governador mais uma vez. “Eu estou numa assembleia do Corpo de Bombeiros ou no lançamento do [programa contra] dengue? Não estou entendendo. A gente está falando aqui de salvar vidas. E a gratificação que estamos dando está dentro da realidade orçamentária do estado”, disse Cabral.

 Depois da reação dos bombeiros, Cabral falou sobre o reajuste salarial de 5% concedido aos policiais e bombeiros pelo governo do estado neste ano. “Se os que me antecederam tivessem dado o reajuste que eu dei todo ano a vocês, que não foi nada de mais, certamente o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e a Polícia Civil teriam outro padrão salarial. Agora, ficaram quase seis anos sem dar reajuste”, respondeu Cabral.

 Depois do evento, Cabral saiu do Maracanãzinho sem falar com a imprensa. O secretário estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Cortes, disse que não iria falar sobre a situação ocorrida durante o evento.

Fonte: Agência Brasil

Comentário: O governador Sérgio Cabral  gosta de bater boca com manifestantes, nesta segunda-feira, ele perdeu  a oportunidade de dialogar com as categorias prejudicadas pela política salarial implantada no Estado do Rio de Janeiro nos últimos anos, mais do que as perdas finaceiras acumuladas, a ausência de um política de recursos humanos que valorize o trabalhador público é o que mais incomoda o funcionalismo estadual.
O tratamento dispensado aos bombeiros não é muito diferente do tratamento recebido pelos policiais, profissionais de educação e saúde. A questão é que os  servidores públicos estaduais não conseguem acreditar que o governo Cabral vá melhorar as suas vidas. Deste jeito o governador está perdendo as melhores conidições para se reeleger.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Promessas esquecidas


governador: promessas ao vento

Em 2006 o candidato Cabral se comprometia com a melhoria das condições de trabalho dos servidores da saúde em 2009, o governador esquece o que disse e sucateia os serviços públicos do Estado.

Relembre:


A saúde é uma das áreas em que Sérgio Cabral promete mudar a política. Candidato apoiado pela governadora Rosinha Garotinho, o peemedebista afirmou que pretende acabar com as indicações políticas para a direção de hospitais e melhorar os salários da categoria.

- Nos próximos quatro anos, faremos concursos para todas as categorias em que há necessidade e acabaremos com o excesso de terceirização.

Publicado em O Globo de 29 de outubro de 2006

PS: A saga destruidora do governador parece não ter fim, depois de sucatear o ambulatório do Iaserj em Niterói, ele despeja, no mesmo município, o Museu da Imprensa, instalado na sede do Diário Oficial do Estado.
Formado em jornalismo, Cabral parece ter esquecido mais do que as promessas de campanha, ao que tudo indica, ele não se lembra da importância de se preservar a história até para não cometer os erros do passado.
E o passado ensina que todos os governantes que promoveram o massacre do funcionalismo , perderam poder. É uma lição para não esquecer.