sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dados comprovam melhorias no atendimento do Iaserj

 Dados estatísiticos  divulgados pela direção do Iaserj, indicam que em fevereiro deste ano, dobrou o número de atendimentos ambulatoriais, o mesmo ocorreu com as internações no CTI, no SPA E NA clínica médica, também dobraram os exames laboratoriais e de exames por imagem. Segundo a direção da instituição, não houve perda de qualidade, conforme atestam os indicadores hospitalares.

As informações divulgadas pela própria direção do Iaserj comprovam que a luta pela preservação do Instituto, proposta pela dire diretoria  de assistência,  foi abraçada pela  servidores, todos os espaços e equipamentos disponíveis estão sendo utilizados, provando a necessidade da manter  o Iaserj funcionando no  sistema de saúde do Rio de Janeiro.

O Iaserj tem futuro, como diz, o diretor de assistência, Nelson Ferrão, a instituição continua viva, crescendo e melhorando. Esperamos que todos, funcionários,usuáros  e governo, compartilhem desta idéia.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Bombeiros promovem manifestação nas escadarias da Alerj

Os bombeiros do Rio de Janeiro estão em

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Deputado denuncia descaso com a saúde pública

DEPUTADO PAULO RAMOS - A cada dia o governo demonstra estar disposto a aniquilar a Saúde Pública em homenagem à iniciativa privada.


DISCURSO DO DEPUTADO PAULO RAMOS
Em primeiro lugar quero dizer que não pode pairar qualquer dúvida, nem na alma do mais distraído cidadão, que a Saúde no Estado do Rio de Janeiro é uma verdadeira calamidade e supera em muito todas as demais calamidades ocorridas neste ano em nosso Estado, inclusive a da Região Serrana, porque a calamidade pública ocorrida naquela região tem mobilizado esforços na busca de solução para os vitimados. Mas a calamidade da Saúde em nosso estado é continuada e não percebemos nenhuma iniciativa do governo na busca de solução. Ao contrário, a cada dia o governo demonstra estar disposto a aniquilar a Saúde Pública em homenagem à iniciativa privada.

Para citar somente alguns dados: o Rio de Janeiro é campeão brasileiro de tuberculose, é campeão mundial de hanseníase, a lepra. A epidemia de dengue está aí, vitimando pessoas; o número vai crescendo a cada dia.
Tenho visto alguma manifestação de inconformismo, mas é preciso lembrar de que o Governo do Estado fechou o Instituto de Infectologia São Sebastião, no Caju, que ia completar 119 anos. Dissolveu; desmobilizou as equipes de cientistas, profissionais muito conhecidos no mundo inteiro, pesquisadores.

Quando do último ano de funcionamento do Instituto de Infectologia São Sebastião, houve, durante outra epidemia de dengue, a procura de mais de 2mil infectados, que lá compareceram para tratamento. Não houve nenhum óbito! Hoje é preciso dizer que as consequências para a população, a começar pela falta de prevenção em relação à dengue, e as consequências para resultados tão acentuadamente negativos se devem também ao Instituto de Infectologia São Sebastião. Os profissionais de Saúde ainda estão por aí, dispersos.

O Governador do Estado está desativando a rede Iaserj, entregando às prefeituras municipais os postos do instituto, rede de saúde destinada a atender o servidor público e seus familiares. A rede Iaserj retirava do sistema geral milhares de pacientes. O Iaserj central vai ser implodido para dar lugar a uma instalação do Instituto Nacional do Câncer. E mesmo funcionando hoje com os precários meios disponíveis, o Iaserj central tem apresentado resultados no atendimento que chegam a ser surpreendentes, mas isso é devido à dedicação dos profissionais de saúde, do instituto, servidores públicos que lá trabalham.

O Hospital Pedro II foi alvo de um atentado – já que o assunto da vez é Osama Bin Laden –, pois o transformador que explodiu foi devido a ato criminoso – isso fazia parte do projeto – e o hospital foi desativado. Depois da explosão, da desativação, o hospital está com suas portas fechadas, dizem que passando por uma grande obra. Os profissionais de saúde, desesperados, foram transferidos. O Hospital Rocha Faria não tem condições de atender à demanda, uma vez que já estava superlotado enquanto o Hospital Pedro II ainda funcionava. O sofrimento da população é muito grande, não apenas pela falta de atendimento; tem aumentado o número de óbitos; as pessoas estão morrendo em Santa Cruz e adjacências em função do fechamento do Hospital Pedro II.
Em relação do Hospital Pedro II ainda não temos o resultado do inquérito. Afinal de contas, o Governo investigou a si mesmo para chegar à conclusão nenhuma, porque o objetivo, obviamente consiste em abafar o resultado. A investigação não poderia chegar a lugar nenhum, porque o crime foi perpetrado em função da decisão política do governo do Estado de fechar o Hospital Pedro II para depois transferir sua gestão ao Município do Rio de Janeiro, para entregar a uma OS.
Por último, após sucatear e esvaziar o funcionamento do Hospital Pedro II, fechou definitivamente o Hospital da Polícia Civil, um hospital que em outras épocas atendeu e bem a muitos policiais civis e seus familiares.
Poderia sim, para demonstrar o descaso para com a área da Saúde o governo insiste – depois de várias decisões judiciais – em não cumprir o Plano de Cargos, Carreiras e Salários, aprovado nesta Casa no ano de 2002. Ao não cumprir a lei, o governador comete crime de responsabilidade. Já tive a oportunidade de denunciar nesta Casa que crime de responsabilidade praticado pelo governador quem julga é o Poder Legislativo.

Já encaminhei, mas a denúncia não anda porque o governador conta com maioria esmagadora nesta Casa. Mas não posso admitir nem aceitar todos esses escândalos. E eu estou tratando das questões que chamo assim, mais óbvias. Mas tem a corrupção entranhada na área da Saúde: superfaturamentos, compra de medicamentos desnecessários, enfim, a população está denunciando. Há de se imaginar uma família que está sendo supliciada porque, em estando doente no hospital um de seus familiares, ele foi levado de volta para a sua residência. Disseram: “É para ele morrer com dignidade”.

Deputada Janira Rocha
"Se por acaso nós conseguirmos fazer com que esta Casa apure o ocorrido no Hospital Pedro II, eu me coloco desde já como testemunha, porque eu já era Deputada Estadual e estava dentro do Hospital Pedro II no dia do suposto incêndio. Então, gostaria de dizer que se por acaso esta Casa quiser investigar o fato, além de outras testemunhas, aqui dentro mesmo há uma Deputada que estava no hospital no dia do incêndio".

Concluindo: O projeto de resolução para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar todas as denúncias na área de Saúde do nosso Estado precisa pelo menos ser votado. Se o governador do Estado tem maioria para fazer com que uma denúncia pela prática de crime de responsabilidade apresentada por um Deputado não tramite, o processo não tem andamento, que pelo menos o projeto de resolução seja votado para que a maioria governamental assuma, diante da população, a responsabilidade pelo descaso, pela não investigação e, portanto, pela impunidade. E esse crime continuado que representa a saúde em nosso Estado, aliás,  em relação ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários, já há reiteradas decisões judiciais determinando ao governo a implementação do Plano. E o governo vira as costas para a população, para os profissionais da Saúde e vira as costas para as decisões do Poder Judiciário.
Não cumprir a lei é crime de responsabilidade e não cumprir decisão judicial também o é. Portanto Sr. Presidente, que todos saibam que a calamidade na área da Saúde é continuada e a responsabilidade é do governo.

Fonte: Mandato PAULO RAMOS.

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quinta-feira, 24 de março de 2011

Blogueiro é vítima de atentado

Este blog manifesta sua indignação com o atentado sofrido pelo blogueiro Ricardo Gama, em diversas oportunidades Ricardo cobriu as manifestações dos servidores públicos do estado, em particular os movimentos em defesa do Iaserj.

Diante de mais este ato de violência, exigimos uma investigação rigorosa e a punição dos culpados, a blogosfera tem se manifestado, considerando este crime como um atentado à liberdade de expressão que deve ser repudiado por todos.

Casos envolvendo prisões, torturas e assassinatos de  jornalistas, são comuns em casos de guerra,  a expansão dos meios tecnológicos chamou a atenção para um novo tipo de comunicador, que age muitas vezes,desvinculados dos tradicionais meios de comunicação,  blogs são ferramentas que fornecem mais  recursos para o internauta, a agilidade dos blogs e das redes sociais justifica o prestígio alcançado pelos blogueiros, mas por outro lado, se a fama acompanha quem escreve, por outro, aumenta a vulnerabilidade destes novos comunicadores.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ouvidoria da AGU esclarece servidora

A resposta da Ouvidoria da AGU  frente à demanda levantada pela servidora Cristina Maia, revela com riqueza de detalhes, o processo de doação do terreno do Hospital Central do Iaserj, versões que coincidem com as explicações dadas em recente audiência pública na Alerj por representantes do governo estadual.

Sem entrar no mérito do processo de doação,( na verdade uma troca entre entes federativos que desconheceu o interesse dos servidores públicos do estado, verdadeiros donos do Iaserj),  é preciso discutir de forma efetiva o futuro da instituição, sem perder o foco, olhando para a realidade, vemos uma organização que tem nos  seus recursos humanos sua maior qualidade. 

Os profissionais do Iaserj preservam o legado e a memória de uma cultura institucional capaz de resistir à décadas de desmonte e sucateamento. São eles que mantém os valores e a missão do Instituto, seu objetivo em garantir a assistência médica aos milhares de servidores do Estado do Rio de Janeiro.

Neste contexto, é preciso pensar em formas de financiamento que recuperem o instituto e  permitam a sua expansão e interiorização. A perda da contribuição dos  2% no salário dos servidores foi mais um duro golpe para os abalados cofres da instituição que já havia sofrido com o caixa único adotado pelo governo estadual em 82, além disso a Prefeitura do Rio instituiu uma nova política de saúde para os servidores municipais, retirando uma importante base de contribuição para o Iaserj.

Nos últimos anos , uma contradição amplia-se o atendimento para usuários do Sistema Único de Saúde, reduzindo ao mesmo tempo o número de unidades de atendimento: a extinção dos ambulatórios da Penha, Madureira e Gávea agravaram a situação do instituto. A nomeação do médico Nelson Ferrão para a diretoria de assistência oferece um novo alento para funcionários e benfeciários, no entanto,  a falta de informações e o desconhecimento sobre o projeto estratégico para o Iaserj (se é que existe um), continua sendo um obstáculo para os que buscam participar de forma engajada na defesa do Instituto.

Leiam abaixo a resposta da Ouvidoria da AGU  à servidora do Iaserj:



Prezado(a) Senhor(a) Cristina M.M.Maia,




A Ouvidoria-Geral da Advocacia-Geral da União (AGU) agradece o envio de sua mensagem e informa 
que ela foi encaminhada à Consultoria Jurídica da União no Rio de Janeiro.

A resposta do órgão anteriormente mencionado encontra-se abaixo reproduzida:

" Eslarecemos que: 1 - houve um acordo entre o Ministério da Saúde e o Município do Rio de Janeiro 
para a permuta de bens, sendo que o INCA receberia o espaço onde se situa o IASERJ (que já estava 
subutilizado)  e que ocupa o quarteirão onde se situa o prédio do INCA I, para que fosse implodido e 
construídos quatro prédios que irão compor o novo campus do INCA, enquanto que o Município do Rio 
de Janeiro receberia, em troca, o prédio onde está situado o INTO que irá migrar para as novas 
instalações, em fase final de conclusão de obras, onde se situava o Jornal do Brasil, na Av. Brasil, além 
de o Ministério da Saúde ter cedido uma ala do Hospital dos Servidores do Estado para a instalação do 
Hospital Municipal São Sebastião (hospital de doenças infectocontagiosas).

2- Fato é que o INTO ainda não concluiu suas obras, que permita a desocupação do prédio onde hoje 
está, o que impede a imediata permuta dos bens.

3- Para resguardar a realização da permuta, foi realizada uma cessão do IASERJ para a União, apenas 
para garantir que o INCA inicie as suas obras, haja vista que há um enorme ganho congregando todas 
as unidades do INCA num único espaço, o que irá facilitar o controle de gastos com vigilância, 
manutenção predial, transporte, entre outros, além de minimizar o sofrimento de pacientes que 
dependem de tratamentos diversos em várias unidades distantes do INCA. Hoje existem cinco unidades 
espalhadas em vários bairros do Rio de Janeiro, o que dificulta o tratamento a paciente de vários tipos 
oncológicos).

4- Foram tomados todos os cuidados para garantir que a licitação tenha a maior lisura possível e foram 
reabertas as conversações com o Município para garantir que as benfeitorias que serão realizadas na 
área do antigo IASERJ fiquem na posse da União quando concretizada a permuta (dependendo da saída 
do INTO para migração do IASERJ).

5- Há o total interesse do Município de remover o IASERJ para o prédio do INTO, pois a estrutura predial 
do INTO é muito melhor do que a já deteriorada estrutura ocupada pelo IASERJ, não havendo 
fundamento no temor de que poderia o IASERJ se acabar, deixando profissionais sem emprego e alguns 
pacientes sem atendimento. Esse não foi o trato feito pelo Ministério da Saúde com o Município do Rio 
de Janeiro.

6- A permuta e adequação do proceder é da competência exclusiva do Ministério da Saúde como gestor 
constitucional dos programas de governo destinados ao atendimento da saúde, atos sobre os quais não 
nos cabe fazer maiores ingerências. Atenciosamente, CJU/RJ."




Sendo o que havia para o momento, colocamo-nos ao seu dispor para efetuar os esclarecimentos que 
forem necessários.

Cordialmente,

Ouvidoria-Geral da AGU

Advocacia-Geral da União

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Novos horizontes para o Iaserj

O diretor de assistência do Iaserj, o médico  Nelson Ferrão, concedeu uma entrevista ao Jornal da Fasp (Federação das Associações dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro) que reproduzimos na íntegra:


Primeiramente agradeço a oportunidade de estar me dirigindo aos milhares de servidores públicos através do jornal da FASP.

Vou lhe sugerir que ao invés de responder às suas perguntas, seja feito um relato da nossa gestão, com as nossas realizações e as propostas futuras. Sendo assim, vamos lá.

Assumimos a Diretoria de assistência do IASERJ em setembro de 2010, com o apoio da Associação dos Funcionários do IASERJ( AFIASERJ ), na pessoa de sua combativa presidente, Dra Marilea Ormond. Encontramos uma situação que pode ser resumida no seguinte: um Instituto em plena desativação e com um quadro de funcionários completamente desestimulados, face às informações da cessão dos prédios do Hospital Central para a construção de um Centro de pesquisas pelo INCa( Instituto Nacional de Câncer ), nos deixando, a todos, inseguros quanto ao nosso próprio futuro.

 Sou funcionário do IASERJ há 26 anos, já dirigi o Hospital Central e agora assumi este cargo que tem por função fazer a coordenação médica de todo o Instituto, que inclui, além do próprio Hospital Central, o Hospital Eduardo Rabello ( Centro de Geriatria e Gerontologia ), e os ambulatórios do Maracanã e de Niterói.

No passado o IASERJ ainda possuía ambulatórios em Nova Iguaçu, Gávea, Penha e Madureira ( estes três últimos desativados recentemente). Como funcionário da casa e sempre lutando pela saúde pública e pela sobrevivência do IASERJ, jamais aceitaria tal missão se não fosse para reconstruir aquele que já foi uma referência em assistência médica e social, além de formador de profissionais, no Brasil. Conhecendo quase todos os servidores do hospital, respeitando-os e tendo deles carinho e admiração, iniciamos nosso trabalho conversando e convencendo os nossos funcionários da importância do resgate da nossa auto estima, mostrando que, somente com uma produção de qualidade, teríamos argumentos contra a nossa "implosão".

 Já no mês de Outubro/2010, no Hospital Central, aumentamos a nossa oferta de atendimento ambulatorial em aproximadamente 70%, fizemos 9.000 atendimentos e procedimentos ambulatoriais, 100 internações ( SPA, CTI e Enfermarias ), realizamos 30.000 exames laboratoriais e 1.400 exames por imagem ( RX, Tomografia Computadorizada e Ultrassonografia ). Para que o servidor público conheça os serviços oferecidos pelo IASERJ, basta acessar o nosso site, já atualizado: www.iaserj.rj.gov.br. Hoje, quase 5 meses depois podemos afirmar, com toda certeza, que o IASERJ está VIVO, CRESCENDO e MELHORANDO. Abaixo algumas realizações e propostas da nossa gestão:









Balanço da Diretoria de Assistência do IASERJ

Início da gestão: Setembro de 2010





Realizações:



No Hospital Central:



- Demos um “choque de ordem” na empresa de limpeza e já temos quase todos os locais com lixeira com tampa e acionamento por pedal (menos de 10% das lixeiras eram assim), além de melhorar a qualidade da higienização (vários locais, incluindo banheiros, eram imundos, mal conservados). Mandamos fazer e manter a limpeza do Pavilhão Cirúrgico que, apesar de desativado, não pode ser abandonado.



- Renormatizamos a maioria dos procedimentos hospitalares como utilização da ambulância, marcação de consultas ambulatoriais, visitas e acompanhamento de pacientes internados (inclusive com crachás), procedimentos a serem tomados quando houver óbito, etc. (parece incrível, mas estas regras simples e normais num hospital de quase cem anos, estavam “esquecidas”).



- Já colocamos ramais telefônicos em todas as áreas do Hospital Central, incluindo CTI, portaria principal e acesso de veículos, Pavilhão Clínico e ambulatório.



- Conseguimos a aprovação do orçamento e conseqüente reparo do vídeo endoscópio/colonoscópio.



- Incentivamos a eleição para a Comissão de Ética Médica.



- Fizemos a Jornada Científica do IASERJ, com palestras de profissionais da casa, como marco inicial da retomada do Centro de Estudos para treinamento e aperfeiçoamento dos nossos funcionários.



- Fizemos um levantamento de todos os funcionários “desaparecidos” e após entrevistas, tiveram que resolver suas situações, com as opções de licença prêmio, licença para tratamento de saúde, licença sem vencimentos, aposentadoria, exoneração ou retornar às suas atividades de maneira que ninguém tenha qualquer vínculo “irregular” na Instituição.



- Realizamos eleição para a Diretoria do Centro de Estudos do Hospital Central.



- Encaminhamento à SESDEC das necessidades de materiais, equipamentos e pessoal necessários para a montagem de 10 leitos de CTI, no sexto andar do Pavilhão Clínico (hoje desativado).



- Elaboramos um projeto para reativação de todo o Hospital Central, caso nos mantenhamos neste atual espaço. (já temos uma proposta alternativa à cessão dos prédios do IASERJ ao INCa, que inclui a manutenção das atuais atividades e a reocupação de todos os prédios com 80 leitos de especialidades clínicas, 90 leitos de especialidades cirúrgicas, 8 salas de cirurgia, 3 salas de RPA e 50 leitos de CTI).



- Inauguração do Ambulatório de Odontologia, com proposta de fazermos cerca de mil atendimentos/mês (obturação, extração, retirada de tártaro, limpeza, aplicação de flúor, orientação para prótese) e ainda com atendimento no setor de SPA para as urgências (único hospital geral da rede pública a fazer atendimento bucal desta natureza) .



- Iniciamos a ordenação e uniformização da carga de trabalho dos médicos, no ambulatório, nivelando por cima, de maneira a aumentar nossa produtividade, sem perda de qualidade (aumento em cerca de 70% das horas oferecidas).



- Realizamos reforma no ambulatório, para mudar o CETAFE (Centro de Tratamento de Feridas) para o segundo andar, com proposta de torná-lo um Centro de Referência Estadual para este tipo de atendimento, que já atua com excelente taxa de sucesso.



- Reformulamos o site do IASERJ, com notícias, eventos e informações atualizadas sobre os serviços prestados em todas as unidades do Instituto (Hospital Central, Hospital Eduardo Rabello, Ambulatórios do Maracanã e de Niterói).



Planejamos:



- Iniciar reforma e pintura gradativa do ambulatório e melhora na ambientalização.



- Reativar o lactário, para manipulação adequada de dietas enterais, melhorando a nutrição dos pacientes e reduzindo custos.



- Iniciar limpeza do antigo auditório do Centro de Estudos (hoje em estado de abandono) para fazermos um estudo de viabilidade de sua reativação.



- Reativar o Setor de Endoscopia Digestiva Alta em curtíssimo prazo e o de Vídeo Colonoscopia em médio prazo.



Ambulatórios Periféricos:



- Reativação no ambulatório do Maracanã dos serviços de Neurologia, Clínica Médica, Otorrinolaringologia, Fisioterapia, Psicologia, Ortopedia e Nutrição, além da Psiquiatria que era o único serviço existente.

Proposta de criar nesta unidade um Centro de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais.



- Reativação no ambulatório de Niterói dos serviços de Clínica Médica, Ginecologia , Neurologia, Homeopatia, Psiquiatria, Serviço Social, e Psicologia Clínica , inclusive realizando exames preventivos ginecológicos e alocação de um posto de coleta para exames laboratoriais.

Proposta de criação nesta unidade de um Centro de Atendimento Integral à Mulher.







Hospital Eduardo Rabelo



- Mantê-lo como Unidade de Geriatria e Gerontologia,



- Aumentar sua capacidade de internação.



- Criar um Centro de Terapia Intensiva especializada em pacientes geriátricos.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Boas Novas do IASERJ

Do diretor de Assistência do Iaserj, Dr. Nelson Ferrão, recebemos as informações que reproduzimos na íntegra.





Amigos
Tenho algumas novidades:
- Convidei o CREMERJ, através do nosso Conselho de Ética Médica, para visitar o Hospital Central. Marcaram a visita para a próxima terça feira ( 18/01/11 ), às 09:00h. A idéia é solicitar que o Conselho abrace o  projeto da Diretoria de Assistência, de reestruturação de todo o IASERJ ( "Projeto Revivendo o IASERJ" ), já entregue ao CREMERJ e à Superintendência de Unidades Próprias da SESDEC.

 Nesta visita tentaremos mudar a lógica da visão anterior que era a de um hospital em destruição, para uma atual de um hospital que está reconstruindo sua identidade, resgatando a autoestima dos seus servidores e em processo de recuperação da qualidade no seu atendimento. Ainda que saibamos que falta muito para atingirmos nossa meta, mostraremos que os passos adiante estão sendo dados.

- Após quatro meses de acertos e desacertos com o PRODERJ, finalmente conseguimos colocar no ar a nova página do IASERJ, atualizada, que possibilita aos nossos usuários ter conhecimento dos serviços que são prestados pelo nosso Instituto ( Hospital Central, Hospital Eduardo Rabelo, Ambulatório do Maracanã e Ambulatório de Niterói ). O site é: www.iaserj.rj.gov.br

-  Está em fase final de execução, a reforma no segundo andar do ambulatório do Hospital Central que possibilitará a ampliação e melhor qualificação do Centro de Tratamento de Feridas ( " CETAFE" ) e já solicitamos que seja considerado referência estadual para este tipo de atividade.

- Em breve reativaremos o setor de Endoscopia Digestiva Alta e, em médio prazo, o setor de Vídeo Colonoscopia.
- Possivelmente em curto prazo viabilizaremos a reabertura do atendimento ambulatorial de Cardiologia, no Hospital Central.

- O Ambulatório do Maracanã voltou a atender com algumas especialidades, além de Psiquiatria ( única que existia até o momento). Veja no nosso site. 

- No Ambulatório de Niterói, já voltamos a atender em algumas especialidades, inclusive fazendo preventivo ginecológico ( vide nosso site ). Estou tentando conseguir um posto de coleta para exames laboratoriais, nesta Unidade. 
Abraços
Nelson Ferrão